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MANIFESTAÇÃO CLÍNICA E DIAGNÓSTICO DO LSD

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

 

SINTOMAS GERAIS E MANIFESTAÇÕES AGUDAS:
Os sintomas e manifestações do uso do LSD podem variar nos usuários, dependendo da quantidade utilizada e de fatores da personalidade do indivíduo e de sua saúde mental. Como por exemplo, pessoas que já possuíam algum tipo de transtorno (depressão, ansiedade, etc) estão propícios a ter mais efeitos colaterais negativos, ou a chamada "bad trip".
Pode-se dizer que o LSD age de três formas diferentes no organismo: central, direto e neuro-humoral.
Os efeitos imediatos do uso do LSD ocorrem no sistema nervoso autônomo central, gerando os sintomas fisiológicos. Estes incluem: pupilas dilatadas, hipertensão, taquicardia, aumento de temperatura, visão borrada, vômitos e náuseas, sudorese, palpitações e coordenação prejudicada.
Os efeitos diretos consistem na estimulação da musculatura lisa (intestino, vasos sanguíneos, bexiga e útero) resultando em contração muscular.
Os sintomas neuro-humorais, que são causados pelas células transmissoras, mais frequentemente relatados são: mudanças repentinas de humor, distorções da percepção, perda de noção de tempo e espaço, pensamentos mágicos e paranóicos, alterações repentinas do humor, alteração da sensibilidade sensorial, despersonalização, entre outros.

 

  • Perda de orientação quanto ao tempo: o tempo passa de maneira diferente do tempo cronológico. A noção de presente, passado, futuro também pode ser alteradas.

  • Manifestações ilusórias: frequentes relatos de alucinações, ilusões, pseudoalucinações.

  • Sinestesia: quando ocorre uma mistura dos sentidos e sensações, como por exemplo sentir o cheiro de uma cor.

  • a pessoa passa a questionar a própria existência.

  • Bad trip: ocorre uma perda do controle emocional, onde o indivíduo entra num estado depressivo, de pânico e ansiedade, que pode evoluir para um surto psicótico e paranoia.

  • Sensibilidade sensorial: o indivíduo vê cores mais brilhantes e intensas.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS CRÔNICAS:

Algumas pessoas relatam ter vivenciado Flashbacks, ou retrocessos, até meses após o uso da droga. Apresentam efeitos semelhantes, porém menos intensos do que ao fazer de fato uso do LSD. Esses Flashbacks geralmente desaparecem de seis a doze meses após a interrupção do uso, podem aparecer após anos.  Essa condição é aumentada em pessoas com transtornos de saúde mental, como transtorno de ansiedade.

DIAGNÓSTICO
A forma de diagnosticar o uso do LSD, são realizados exames laboratoriais que auxiliam ajudar a identificar a droga presente no organismo da pessoa, como os de sangue, urina e cabelo. E logo após, esses testes e exames são destinadas a investigação de intoxicação aguda. É sempre bom, ser realizado com o acompanhamento de um programa de Dependências químicas, que poderá dar o suporte necessário ao usuário, e logo em seguida, ao tratamento com psicólogos e psiquiatras, a fim de não mais, usar a LSD e outras drogas sintéticas psicodélicas.


 

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